CROSS ROAD DA CARANGUEJEIRA ESTREIA-SE COM SUCESSO NUMA PROVA ENTRE ALCATRÃO E TERRA BATIDA

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Foi na Quinta do Faria, um dos espaços de referência da Caranguejeira, que teve início e terminou a primeira edição do Cross Road da Caranguejeira, uma nova aposta do G.A. Caranguejeira, que procurou apresentar uma vertente diferente da modalidade e manter a dinâmica desportiva da freguesia.
O percurso, com partida e chegada na Quinta do Faria, combinou troços de alcatrão e terra batida, num traçado com alguma dureza e exigência, que obrigou os atletas a gerir bem o esforço ao longo dos quilómetros. A diversidade do piso conferiu à prova uma identidade própria, cruzando características do atletismo de estrada com a exigência dos terrenos não asfaltados.
A realização desta primeira edição surgiu também num contexto particularmente difícil. A tempestade Christine obrigou ao cancelamento do Trail do Pinheiro Manso e impediu igualmente a realização do tradicional Grande Prémio da Caranguejeira.
Perante estas dificuldades, o GAC decidiu avançar com uma nova proposta, apostando no Cross Road como forma de manter a atividade competitiva e proporcionar aos atletas uma nova experiência. A resposta acabou por ser muito positiva, transformando a primeira edição numa aposta ganha.
A prova principal de 11 quilómetros reuniu 182 inscritos, com 153 atletas a concluírem o percurso, numa competição que trouxe à Caranguejeira participantes de vários clubes.
Gabriel Santos, do Clube Desportivo de Espite, foi o vencedor masculino, com o tempo de 46:07, numa chegada em que bateu por apenas 18 segundos Cláudio Loureiro, do G.A. Caranguejeira. Joel Couto, do Grupo Alegre Unido Bajouca, completou o pódio.
Na competição feminina, Maria João Santos, do Grupo Alegre Unido Bajouca, foi a mais rápida, com 58:43, seguida de Catarina Santos, do AC Vermoil, e Lina Santos, da ACRDC Sismaria.
O G.A. Caranguejeira teve ainda motivos acrescidos para celebrar ao vencer a classificação coletiva, com 12 pontos, confirmando a forte prestação dos atletas da casa.
Jovens também deram brilho à iniciativa
A aposta do GAC não se ficou pela prova principal. O Cross Road incluiu igualmente competições destinadas aos escalões jovens, proporcionando aos mais novos a oportunidade de competir num percurso diferente e de contactar com uma prova que juntou alcatrão e terra batida.
Sub-10 a  Sub-18 fizeram parte do programa, com vários resultados equilibrados e com os jovens atletas a demonstrarem entusiasmo e competitividade.
A presença dos escalões de formação reforçou, assim, a dimensão do evento e deixou também uma nota positiva quanto ao futuro da modalidade na região.
Uma aposta ganha na Quinta do Faria
Entre a competição, o convívio e a descoberta de uma nova vertente do atletismo, o Cross Road da Caranguejeira conseguiu afirmar-se logo na sua primeira edição.
Num ano em que as condições meteorológicas obrigaram ao cancelamento de outras provas, o GAC soube reagir e apresentar uma alternativa. O resultado foi uma manhã de atletismo com um percurso exigente, participação significativa e diferentes gerações de atletas a partilharem a mesma competição.
Com a Quinta do Faria como ponto de partida e chegada, o Cross Road terminou com um balanço claramente positivo, deixando no ar a possibilidade de esta nova aposta do G.A. Caranguejeira se tornar uma presença regular no calendário desportivo da freguesia.
A primeira edição foi, assim, uma aposta ganha: uma nova prova, um novo conceito e uma nova forma de levar o atletismo à Caranguejeira.

Resultados:http://live.recordepessoal.pt/?f=crossroad-caranguejeira

A ADAL

2026-08-02